Ensaios de envelhecimento acelerado em embalagens

Os ensaios de envelhecimento acelerado tornam-se grandes aliados durante a fase inicial de avaliação dos sistemas de embalagens estéreis e não estéreis. Tais ensaios apresentam, em um curto espaço de tempo, resultados que auxiliam as empresas a colocarem rapidamente novos produtos no mercado. Assim, trata-se de uma alternativa extremamente atrativa.

Por que realizar ensaios de envelhecimento acelerado?

O procedimento de envelhecimento acelerado possui a intenção de determinar rapidamente os efeitos — caso ocorram, devido à passagem do tempo —, da integridade, da esterilidade, além de propiciar a avaliação das propriedades físicas dos materiais da embalagem e dos produtos embalados.

Isso impacta diretamente na segurança e eficácia do sistema de barreiras estéreis e não estéreis. Neste procedimento, os sistemas são submetidos a condições externas, que são mais severas ou mais frequentemente aplicadas quando comparadas a um meio com aplicação de tensão normal.

Como funcionam os ensaios?

O principal protocolo de envelhecimento acelerado utilizado para avaliação de embalagens de dispositivos médicos se baseia na norma técnica ASTM F1980, que estabelece que as reações químicas envolvidas no processo de deterioração dos materiais seguem a função da taxa de reação de Arrhenius. De acordo com esta equação, é possível estabelecer que um aumento de 10° C em um processo homogêneo resulta em uma mudança da taxa de reação química em duas vezes.

Dentre as principais variáveis envolvidas na determinação do tempo de envelhecimento acelerado estão: a temperatura que representa as condições de uso e armazenagem do produto, a temperatura na qual será realizado o ensaio, e o fator conservativo de envelhecimento para aumentos de 10° C.

O laboratório da SCiTec está preparado para realizar este e outros ensaios adaptados às necessidades específicas do cliente.

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